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	<title>Actual  Serviços Terceirizados &#187; Actual  Serviços Terceirizados |  &#187; Serviços Terceirizados</title>
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	<description>Portaria e Limpeza SP</description>
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		<title>Condomínios podem negar ponto de recarga de carros elétricos; saiba o que pode ser feito</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jan 2025 17:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Serviços Terceirizados]]></category>

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		<description><![CDATA[Prédios precisam de aval de engenheiro eletricista e técnico, e orientação é que haja aprovação em assembleia dos demais moradores para fazer instalação de carregadores. Regulamentação de segurança proposta pelo Corpo de Bombeiros de São Paulo pode dificultar ainda mais a questão. A venda de...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="row content-head mc-column non-featured ">
<div class="medium-centered subtitle">
<h4 class="content-head__subtitle">Prédios precisam de aval de engenheiro eletricista e técnico, e orientação é que haja aprovação em assembleia dos demais moradores para fazer instalação de carregadores. Regulamentação de segurança proposta pelo Corpo de Bombeiros de São Paulo pode dificultar ainda mais a questão.</h4>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="2">
<h4 class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A venda de carros 100% elétricos tem ganhado <a class="" href="https://g1.globo.com/carros/carros-eletricos-e-hibridos/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/carros/carros-eletricos-e-hibridos/">força no mercado automotivo brasileiro</a> e gerado debate em outros setores da economia.</h4>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="4">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (<a class="" href="https://g1.globo.com/carros/assuntos/fenabrave/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/carros/assuntos/fenabrave/">Fenabrave</a>), o volume de novos emplacamentos de veículos elétricos subiu mais de <strong>1090%</strong> em abril deste ano em relação a igual mês de 2023.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O crescimento, no entanto, ainda vem de uma base baixa e o segmento ainda é bem pequeno quando comparado ao setor automotivo como um todo. Foram 6.705 emplacamentos de veículos elétricos em abril — número que responde por apenas 3% do mercado total, desconsiderando motos e implementos rodoviários.</p>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Ainda que seja uma fatia pequena, é um fenômeno que não se pode mais ignorar. É cada vez mais comum ver empreendimentos imobiliários mais novos e estabelecimentos comerciais adotarem <a class="" href="https://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2024/03/13/nova-tecnologia-pode-triplicar-autonomia-de-baterias-de-carros-eletricos.ghtml" data-mrf-link="https://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2024/03/13/nova-tecnologia-pode-triplicar-autonomia-de-baterias-de-carros-eletricos.ghtml">postos de recarga próprios</a>, como forma de atrair compradores e clientes.</p>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Mas há um outro lado, que causa polêmica: condomínios mais antigos não têm o preparo para receber carregadores, e têm inclusive negado a instalação de tomadas aos moradores, mesmo que eles se proponham a fazer as adaptações necessárias.</p>
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</div>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Além disso, um novo debate sobre a segurança desses pontos de recarga em garagens de condomínios residenciais e comerciais, aberto por uma regulamentação proposta pelo Corpo de Bombeiros de São Paulo para vagas de elétricos, também traz alguns pontos de atenção. <em>(entenda mais abaixo)</em></p>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>Nessa reportagem você vai entender:</strong></p>
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<ul class="content-unordered-list">
<li>Quais os efeitos da venda de carros elétricos no mercado imobiliário?</li>
<li>É possível fazer a adaptação de um condomínio que não possua posto de recarga?</li>
<li>Como ficam os aspectos de segurança?</li>
<li>Quais os direitos do condomínio e do morador na instalação de postos de recarga?</li>
</ul>
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<h2>Quais os efeitos da venda de carros elétricos no mercado imobiliário?</h2>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Tanto os veículos 100% elétricos como os híbridos plug-in precisam de pontos de recarga na garagem para que a bateria seja carregada quando o morador está em casa. Com o mercado em expansão, algumas construtoras já anunciam lançamentos imobiliários com postos de recarga instalados — hoje, um diferencial de mercado.</p>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Ainda que seja uma fatia pequena, é um fenômeno que não se pode mais ignorar. É cada vez mais comum ver empreendimentos imobiliários mais novos e estabelecimentos comerciais adotarem <a class="" href="https://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2024/03/13/nova-tecnologia-pode-triplicar-autonomia-de-baterias-de-carros-eletricos.ghtml" data-mrf-link="https://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2024/03/13/nova-tecnologia-pode-triplicar-autonomia-de-baterias-de-carros-eletricos.ghtml">postos de recarga próprios</a>, como forma de atrair compradores e clientes.</p>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Mas há um outro lado, que causa polêmica: condomínios mais antigos não têm o preparo para receber carregadores, e têm inclusive negado a instalação de tomadas aos moradores, mesmo que eles se proponham a fazer as adaptações necessárias.</p>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Além disso, um novo debate sobre a segurança desses pontos de recarga em garagens de condomínios residenciais e comerciais, aberto por uma regulamentação proposta pelo Corpo de Bombeiros de São Paulo para vagas de elétricos, também traz alguns pontos de atenção. <em>(entenda mais abaixo)</em></p>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>Nessa reportagem você vai entender:</strong></p>
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<li>Quais os efeitos da venda de carros elétricos no mercado imobiliário?</li>
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<li>Como ficam os aspectos de segurança?</li>
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<h2>Quais os efeitos da venda de carros elétricos no mercado imobiliário?</h2>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Tanto os veículos 100% elétricos como os híbridos plug-in precisam de pontos de recarga na garagem para que a bateria seja carregada quando o morador está em casa. Com o mercado em expansão, algumas construtoras já anunciam lançamentos imobiliários com postos de recarga instalados — hoje, um diferencial de mercado.</p>
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<h2>É possível fazer a adaptação de um condomínio que não possua posto de recarga?</h2>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo especialistas consultados pelo <a class="" href="https://www.g1.com.br/" target="_blank" data-mrf-link="https://www.g1.com.br/"><strong>g1</strong></a>, é possível, sim, que um condomínio mais antigo faça a adaptação de suas estruturas para oferecer um posto de recarga de carros elétricos para seus moradores.</p>
</div>
</div>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>Para isso, no entanto, são necessários:</strong></p>
</div>
</div>
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<ol class="content-ordered-list theme-ordered-list-color-primary">
<li><strong><span class="highlight highlighted">Um debate sobre uma possível adaptação entre os moradores.</span></strong> O tema deve ser levado a uma assembleia qualificada (com quórum de 50% + 1) do condomínio – ou simples, se for acordado com os condôminos – e ter a aprovação da maioria dos moradores; e</li>
<li><strong><span class="highlight highlighted">Uma análise de um engenheiro eletricista ou de um perito técnico especializado</span></strong> para avaliar se a estrutura elétrica pode receber um posto de recarga e qual a sua capacidade.</li>
</ol>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="39" data-block-id="26">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>“O projeto técnico ainda precisa ser aprovado pelo síndico, porque é ele que também responderá caso a obra seja malfeita e venha a prejudicar algum morador”, explica o especialista em direito imobiliário e sócio da Tapai Advogados, Marcelo Tapai.</p></blockquote>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="27">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Outro ponto levantado pelos especialistas é a discussão sobre qual será a energia utilizada para a recarga desses veículos.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="28">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">“O que pode ser feito nessas situações é: depois que as pessoas conseguem a autorização do condomínio para colocar uma tomada em sua vaga de garagem, essa tomada é ligada dentro do seu relógio de energia elétrica. E é tudo pago pelo próprio morador”, diz o advogado especialista em direito imobiliário e professor na <a class="" href="https://g1.globo.com/educacao/universidade/uninove/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/educacao/universidade/uninove/">Uninove</a> Alessandro Azzoni.</p>
<div id="chunk-etrlm">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="30">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Para driblar o problema, as próprias montadoras também oferecem carregadores portáteis para veículos elétricos como alternativa aos seus clientes. Há casos de venda à parte ou já incluindo na compra do carro.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="31">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Na <a class="" href="https://g1.globo.com/carros/marcas/byd/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/carros/marcas/byd/">BYD</a>, por exemplo, todos os modelos comercializados já vêm, de forma promocional, o wallbox (equipamento de uso fixo para recarga, normalmente instalado nas garagens) e também um carregador portátil que pode ser conectado em qualquer tomada de 110V ou 220V.</p>
</div>
</div>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O mesmo acontece com os carros elétricos vendidos pela <a class="" href="https://g1.globo.com/carros/marcas/bmw/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/carros/marcas/bmw/">BMW</a> e da GWM. Já a <a class="" href="https://g1.globo.com/carros/marcas/volvo/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/carros/marcas/volvo/">Volvo</a> faz a venda à parte do wallbox.</p>
</div>
</div>
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<figure class="content-media-figure"><img class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/YJMHbHPgj_bxG0X3Qv4cbMUoBdM=/0x0:5472x3648/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/y/I/k2gXrHRhyZGU0OPFbJIA/rdur0326-1-.jpg" sizes="(max-width: 1366px) 691px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/mYQJ7EPjB2G5ArIUotw2ndnwbWU=/0x0:5472x3648/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/y/I/k2gXrHRhyZGU0OPFbJIA/rdur0326-1-.jpg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/YJMHbHPgj_bxG0X3Qv4cbMUoBdM=/0x0:5472x3648/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/y/I/k2gXrHRhyZGU0OPFbJIA/rdur0326-1-.jpg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/fbcTY0LWNKhRNBRHanLKItd5Dyw=/0x0:5472x3648/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/y/I/k2gXrHRhyZGU0OPFbJIA/rdur0326-1-.jpg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/O1ia1nnkg53JfqmfmzRMIMerhJA=/0x0:5472x3648/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/y/I/k2gXrHRhyZGU0OPFbJIA/rdur0326-1-.jpg 600w" alt="Wallbox da BYD vem de forma promocional na compra do carro. — Foto: Divulgação/ BYD" /></figure>
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<p class="content-media__description  ">Wallbox da BYD vem de forma promocional na compra do carro. — Foto: Divulgação/ BYD</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="34">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O síndico profissional Rodrigo Lobo, que exerce a profissão em diferentes condomínios de São Paulo, afirmou que já existe uma demanda crescente por parte dos moradores — principalmente naqueles condomínios que já conseguiram fazer a instalação de um ou mais pontos de recarga.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="37" data-block-id="36">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;O síndico tem que ter a habilidade e as facetas de conhecimento de como colocar esse ponto de carregamento no edifício, de maneira a atender o condômino sem prejudicar toda a massa condominial e a segurança&#8221;, afirma.</p></blockquote>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="37">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Ele conta o caso específico de um condomínio. Após receber a solicitação de um morador, Lobo chamou um engenheiro elétrico para fazer a análise do edifício, que constatou que o prédio não teria uma capacidade ampliada para o abastecimento de carros elétricos — conseguindo instalar o ponto de recarga em <strong>apenas dez vagas do prédio, que tem 266 unidades.</strong></p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="38">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">&#8220;Além disso, esbarramos em outro problema, que é a conta de consumo dessa energia e como fazer a aferição disso em larga escala. [&#8230;] Nesse caso, então, optamos por uma companhia terceirizada, que fez todo o processo de vistoria de responsabilidade técnica e disponibilizou um aplicativo, por meio do qual conseguimos acompanhar todo o consumo mensal&#8221;, explica.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-jn49">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="39">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Como o número de vagas é limitado, no entanto, novas soluções precisarão ser pensadas caso surjam mais demandas de condôminos para a instalação de pontos de recarga no prédio.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-35g52">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="30" data-block-id="40">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>&#8220;Nesse caso, se mais gente pedir, ou precisaremos fazer um revezamento entre as vagas de recarga ou teremos que fazer uma reforma em todo o quadro elétrico do condomínio&#8221;, disse.</p></blockquote>
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</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="42">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Caso a última opção seja escolhida, uma assembleia com quórum simples precisará ser feita para aprovação da medida. &#8220;Alguns condôminos podem se sentir lesados em pagar um aumento de tecnologia de infraestrutura do condomínio. Mas como isso acaba sendo uma benfeitoria&#8221;, diz Lobo.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="43">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">&#8220;Minha recomendação é que se leve para assembleia e, se a maioria aceitar, o custo será repassado para todos os proprietários&#8221;, completa.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dcbag">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="44">
<div class="content-intertitle">
<h2>Como ficam os aspectos de segurança?</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-d88pa">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="45">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Junto com a questão do consumo de energia do condomínio, os debates também se estendem à segurança desses pontos de recarga em garagens de prédios residenciais e comerciais.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dhdof">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="46">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No início de abril, por exemplo, o Corpo de Bombeiros da Polícia Militar de São Paulo divulgou uma minuta em que traz propostas para regulamentar a instalação e o funcionamento de ponto de recarga elétrica para veículos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dnmbo">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="47">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A iniciativa visa aumentar as medidas de segurança contra incêndio em carros elétricos, principalmente devido ao potencial risco de ignição das baterias de íons de lítio, que podem aumentar consideravelmente a carga de incêndios em estacionamentos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-q5do">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="48">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A minuta traz uma série de propostas como forma de mitigar os riscos de incêndio, e deve ficar em consulta pública até o começo de agosto — prazo já prorrogado pelo Corpo de Bombeiros.</p>
<div id="chunk-4m9oa">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="5" data-block-id="50">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>Veja alguns dos pontos abaixo:</strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2m1pl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="69" data-block-id="51">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Instalação de um <strong><span class="highlight highlighted">ponto de desligamento manual</span></strong> de cada estação de recarga com vigilância permanente;</li>
<li>Sinalizações de emergência;</li>
<li><strong><span class="highlight highlighted">Distância de pelo menos cinco metros entre as vagas</span></strong> de recarga elétrica em áreas externas;</li>
<li>Proteção mínima de <strong><span class="highlight highlighted">dois extintores de incêndio</span></strong> a uma distância de no máximo 15 metros;</li>
<li>Sistema próprio de detecção de incêndio e instalação de chuveiros automáticos em cada vaga automotiva com base de carregamento, entre outros.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-51afj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="52">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Para o síndico profissional Rodrigo Lobo, apesar de algumas das medidas serem importantes para aumentar a segurança, alguns pontos podem acabar inviabilizando a adequação do prédio e a instalação de pontos de recarga — principalmente em condomínios que possuem um espaço restrito de garagem.</p>
</div>
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<div id="chunk-3ofnu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="72" data-block-id="53">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">&#8220;Tem muita discussão sobre o tema, justamente porque hoje a legislação referente às vagas dos edifícios, inclusive em São Paulo, é muito restrita e antiga. Se em muitos lugares você mal consegue abrir a porta do seu carro se ele tem outro veículo na vaga lateral, imagine falando em um carro elétrico, se for o caso de precisar ter duas vagas de recuo? [&#8230;] Isso praticamente impossibilita qualquer tipo de adequação&#8221;, diz.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-271h2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="54">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Caso a medida seja aprovada nesses termos, o síndico profissional acredita que a saída seria fazer um ponto de recarga transitório. &#8220;Vai depender do condomínio que tiver espaço para fazer ao menos um ponto de carregamento, precisando ser transitório. Mas isso ainda é um debate que está acontecendo&#8221;, completa.</p>
<div id="chunk-9hfkv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="14" data-block-id="56">
<div class="content-intertitle">
<h2>Quais os direitos do condomínio e do morador na instalação de postos de recarga?</h2>
</div>
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<div id="chunk-3vrnl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="57">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo os especialistas em direito imobiliário, ainda <strong><span class="highlight highlighted">não há uma jurisprudência que determine a obrigação dos condomínios</span></strong> em adaptar suas estruturas para receber um posto de recarga de carros elétricos.</p>
</div>
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<div id="chunk-2jvv6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="28" data-block-id="58">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>“O condomínio não tem obrigação nenhuma em instalar essas tomadas porque não há a obrigatoriedade de ter um sistema de abastecimento de energia dentro do prédio”, explica Azzoni.</p></blockquote>
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<div id="chunk-f37c1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="59">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Algumas regiões, no entanto, já começam a trazer normas para incentivar a instalação em novos empreendimentos. Em São Paulo, por exemplo, já existem normas que regulamentam soluções de recarga para carros elétricos, bem como no Rio de Janeiro, no Distrito Federal e em outras regiões.</p>
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<div id="chunk-abg6p">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="60">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">“Em muitas regiões estão sendo implementadas leis e regulamentações que incentivam ou até exigem a instalação de infraestrutura de carregamento elétrico em novos empreendimentos”, diz Bueno, da Lello.</p>
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<div id="chunk-c5gig">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="61">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Já do lado do consumidor, os especialistas reiteram a necessidade de avaliar cuidadosamente os ônus e os bônus de comprar um carro elétrico antes mesmo de pensar em instalar um posto de recarga na residência.</p>
</div>
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<div id="chunk-9dk2p">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="30" data-block-id="62">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>“Direito de pedir [a instalação do posto de recarga], o condômino sempre tem. Mas a questão sobre o condomínio querer ou não instalar não é tão simplista assim”, pondera Tapai.</p></blockquote>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="64">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo o advogado, o primeiro problema em que essas situações esbarram é o econômico-financeiro, de quanto custa para fazer a instalação e quais as eventuais limitações técnicas que o prédio possa ter.</p>
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<div id="chunk-5qje5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="59" data-block-id="65">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">“Mesmo que o condômino garanta que vai pagar tudo o que for necessário para a instalação da tomada, é preciso entender a capacidade elétrica do prédio”, diz Tapai, explicando que, principalmente em condomínios mais antigos, uma instalação que exceda a demanda calculada do prédio pode até provocar incêndios, trazendo riscos de segurança para a estrutura própria e as vizinhas.</p>
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</div>
<div id="chunk-31qiq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="66">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O advogado ainda reitera que o morador que comprar um carro elétrico não pode fazer a instalação do posto de recarga por conta própria. Caso isso aconteça, o síndico é o responsável por intervir na situação e os demais moradores podem entrar com uma ação tanto contra o síndico como contra o condomínio.</p>
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<div id="chunk-4mdn0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="63" data-block-id="67">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><p>“No meu entendimento, o melhor caminho para se chegar a um acordo é sempre a conversa. É complicado chegarmos ao extremismo do ‘cada um com seus problemas’, mas se a edificação for imprópria, se for inviável ou se a maioria dos moradores não quiser, infelizmente o dono do carro vai precisar buscar outro imóvel para conseguir ter um posto de recarga”, completa Tapai.</p></blockquote>
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<div class="content__signa-share mc-column"></div>
<p><a title="uniformes personalizados" href="https://maxxuniformes.com.br"><img src="https://maxxuniformes.com.br/wp-content/uploads/2017/03/max_uniformes2.png" alt="uniformes personalizados" width="1px" /></a></p>
<p><a title="portaria e limpeza são paulo" href="https://actualserv.com.br"><img src="https://actualserv.com.br/wp-content/uploads/2017/03/terceirizacao_condominios-207x300.png" alt="portaria e limpeza em são paulo" width="1px" /></a></p>
<p><a title="desentupidora sorocaba" href="https://www.otimadesentupidora.com.br/desentupidora-sorocaba/"><img src="https://www.otimadesentupidora.com.br/wp-content/uploads/2022/08/logo-2-padrao.png" alt="desentupidora sorocaba" width="1px" /></a></p>
<p><a title="desentupidora" href="https://www.hidromixdesentupidora.com.br/"><img src="https://www.hidromixdesentupidora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/desentupidora-sp-hidromix.png" alt="Desentupidora" width="1px" /></a></p>
<p><a title="desentupidora em são paulo" href="https://desentupidorabairro.com.br/"><img src="https://desentupidorabairro.com.br/wp-content/uploads/2020/08/desentupidora-bairro-sao-paulo.png" alt="desentupidora 24 horas em são paulo" width="1px" /></a></p>
<p><a href="https://jcconfeccoes.com.br/"><img title="Uniformes Profissionais em São Paulo" src="https://jcconfeccoes.com.br/wp-content/uploads/2021/01/uniformes-personalizados-sp.png" alt="Uniformes Profissionais" width="1px" /></a></p>
<p><a href="https://desentupidoranortesul.com.br/"><img title="Desentupidora" src="https://desentupidoranortesul.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Desentupidora-24-horas-em-Guarulhos.png" alt="Desentupidora" width="1px" /></a></p>
<p><a href="https://ferkaldesentupidora.com.br/desentupidora-sao-goncalo/"><img title="Desentupidora São Gonçalo" src="https://ferkaldesentupidora.com.br/wp-content/uploads/2022/05/Desentupidora-em-Sao-Goncalo.jpg" alt="Desentupidora em São Gonçalo" width="1px" /></a></p>
<p><a href="https://lavalimper.com.br/"><img title="Limpeza de Sofá" src="https://lavalimper.com.br/wp-content/uploads/2019/12/logo-lavalimper.jpg" alt="Limpeza de Sofá" width="1px" /></a></p>
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		<title>Cresce a oferta de carros compartilhados em condomínios</title>
		<link>https://actualserv.com.br/cresce-a-oferta-de-carros-compartilhados-em-condominios/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 18:41:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[portaria e limpeza]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Terceirizados]]></category>

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		<description><![CDATA[Valores do serviço e forma de utilização são definidos pelos próprios clientes Serviços de compartilhamento de veículos em condomínios, em especial os comerciais, não são mais necessariamente uma novidade. Porém, também estão longe de ser algo corriqueiro, particularmente no caso dos prédios residenciais. Mas já...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Valores do serviço e forma de utilização são definidos pelos próprios clientes</strong></p>
<p><span class="et-dropcap">S</span>erviços de compartilhamento de veículos em condomínios, em especial os comerciais, não são mais necessariamente uma novidade. Porém, também estão longe de ser algo corriqueiro, particularmente no caso dos prédios residenciais.</p>
<p>Mas já é cada vez maior a quantidade de construtoras que, junto com a planta de seus apartamentos e as comodidades das áreas comuns, como lavanderias e lan houses, apresentam também a disponibilidade de um carro compartilhado como parte dos equipamentos de conveniência do futuro imóvel.</p>
<p>O serviço tem valido como um crescente argumento de vendas, sobretudo nos grandes centros urbanos, onde imóveis pequenos, alguns sem nem mesmo vagas de garagem, ganham cada vez maior protagonismo no mercado imobiliário.</p>
<p>Ter um carro cujo custo limita-se somente à aquele que diz respeito ao seu efetivo uso, é o menor possível para quem faz questão ou necessita do transporte individual, ainda que eventualmente.</p>
<p>Um exemplo é o serviço oferecido pelo V1, empresa de mobilidade urbana que atua no aluguel e assinatura de carros para uso pessoal e empresarial. Disponível 24 horas e sete dias na semana, funciona como um locadora exclusiva do empreendimento, com o condômino habilitado podendo verificar em aplicativo no celular a disponibilidade e fazer a reserva do veículo.</p>
<p>O próprio condomínio define o valor a ser cobrado pela utilização, mas que, normalmente, tem como parâmetros o tempo de uso e os quilômetros percorridos. A cobrança pode ser acrescida na fatura condominial subsequente ou por meio de boleto.</p>
<p>“<em>O veículo é alugado pelo condomínio, que cadastra os moradores autorizados a utilizá-lo. O contratante também define os modelos da frota, que são sempre zero km e com manutenção preventiva em dia</em>”, explica Vinicius Carneiro, gerente de marketing do V1.</p>
<p>O condomínio pode habilitar o veículo por tempo indeterminado ou limitar, o que é mais interessante, por curtos períodos suficientes para atendimento de necessidades diárias de mais condôminos com o mesmo veículo, como, por exemplo, em deslocamentos de ida e volta ao mercado, escola ou médico.</p>
<p>A definição de como o serviço funcionará está diretamente ligada ao perfil de uso e ao número de veículos disponíveis na frota do empreendimento, afirma a empresa, que tem consultores que auxiliam nesse processo.</p>
<p>De qualquer forma, afirma Carneiro, os valores de locação dos carros compartilhados são substancialmente menores do que a média do mercado.</p>
<p>“Imagine que a locação mensal de um veículo pelo condomínio seja de R$ 3 mil. Se a média de locação for de 12 horas por dia, o valor fica em R$ 8,32 por hora. Suponhamos que o condomínio estabeleça um valor fixo de R$ 10,00 a hora para cobrir as despesas fixas e ainda ter uma receita complementar. Mesmo assim, esse valor continua sendo muito acessível para ser um serviço de mobilidade prático e confiável em casa”, exemplifica.</p>
<p>No caso da V1, que cuida da manutenção preventiva, a limpeza dos veículos é de responsabilidade do condomínio, assim como a vistoria entre as locações é feita pelos usuários e validada pelo síndico. Em caso de avarias ou necessidade de manutenção, a  V1 deve ser acionada.</p>
<p><a title="uniformes personalizados" href="https://maxxuniformes.com.br"><img src="https://maxxuniformes.com.br/wp-content/uploads/2017/03/max_uniformes2.png" alt="uniformes personalizados" width="1px" /></a></p>
<p><a title="portaria e limpeza são paulo" href="https://actualserv.com.br"><img src="https://actualserv.com.br/wp-content/uploads/2017/03/terceirizacao_condominios-207x300.png" alt="portaria e limpeza em são paulo" width="1px" /></a></p>
<p><a title="desentupidora sorocaba" href="https://www.otimadesentupidora.com.br/desentupidora-sorocaba/"><img src="https://www.otimadesentupidora.com.br/wp-content/uploads/2022/08/logo-2-padrao.png" alt="desentupidora 24 horas em sorocaba" width="1px" /></a></p>
<p><a title="desentupidora" href="https://www.hidromixdesentupidora.com.br/"><img src="https://www.hidromixdesentupidora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/desentupidora-sp-hidromix.png" alt="Desentupidora" width="1px" /></a></p>
<p><a title="desentupidora em são paulo" href="https://desentupidorabairro.com.br/"><img src="https://desentupidorabairro.com.br/wp-content/uploads/2020/08/desentupidora-bairro-sao-paulo.png" alt="desentupidora 24 horas em são paulo" width="1px" /></a></p>
<p><a href="https://jcconfeccoes.com.br/"><img title="Uniformes Profissionais em São Paulo" src="https://jcconfeccoes.com.br/wp-content/uploads/2021/01/uniformes-personalizados-sp.png" alt="Uniformes Profissionais" width="1px" /></a></p>
<p><a href="https://desentupidoranortesul.com.br/desentupidora-guarulhos/"><img title="Uniformes Profissionais em São Paulo" src="https://desentupidoranortesul.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Desentupidora-24-horas-em-Guarulhos.png" alt="Desentupidora em Guarulhos" width="1px" /></a></p>
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		<title>Instalação de carregador de carro elétrico em prédio exige aprovação de assembleia</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2024 19:14:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Serviços Terceirizados]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre 2022 e 2023, a venda de carros elétricos zero quilômetro no Brasil cresceu mais de 30%, conforme dados da Jato Dynamics. Os novos hábitos de consumo refletem na Justiça, e os tribunais já recebem ações de compradores desses veículos que tentam, pela via judicial,...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Entre 2022 e 2023, a venda de carros elétricos zero quilômetro no Brasil cresceu mais de 30%, conforme dados da Jato Dynamics. Os novos hábitos de consumo refletem na Justiça, e os tribunais já recebem ações de compradores desses veículos que tentam, pela via judicial, instalar nas garagens de seus condomínios os carregadores para suas baterias. As sentenças, no entanto, têm sido desfavoráveis aos consumidores.</p>
<p>No ano passado, as cortes registraram ao menos sete ações em que os autores, donos de carros elétricos, tentam, após negativa do prédio em que residem, instalar pontos de carregamento. O levantamento é do advogado <strong>Gabriel de Britto Silva</strong>, que faz parte da Comissão de Direito Condominial da OAB-RJ e da Comissão de Arbitragem do Instituto Brasileiro de Direito Imobiliário (Ibradim).</p>
<p>As decisões e os acórdãos foram publicados pelos Tribunais de Justiça de São Paulo, Distrito Federal, Ceará e Rio de Janeiro. Nas sentenças analisadas, os magistrados deixaram claro que, mesmo que os donos de carros elétricos se disponham a pagar pelo carregador e sua instalação, as assembleias de condomínio são soberanas para a decisão, e não cabe intromissão judicial nesses casos.</p>
<p>Na 28ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), por exemplo, a desembargadora Angela Lopes, relatora de um desses casos, afirmou em sua decisão:</p>
<p>“Réu que logrou demonstrar que a pretensão ora debatida foi submetida a decisão assemblear e recusada por maioria de votos, o que, por si só, basta para fins de improcedência da demanda — Vaga de garagem que embora seja de uso privativo, localiza-se em espaço comum.”</p>
<p>Em outra ação que corre no TJ paulista, os desembargadores firmaram acórdão no mesmo sentido, e ainda disseram que, no caso em questão, só caberia a instalação de um único carregador no edifício e que, se o aparelho fosse acoplado à vaga do condômino que utiliza carro elétrico, os outros moradores seriam privados de carregar seus automóveis caso adquirissem um veículo do tipo.</p>
<p>“O laudo pericial é conclusivo no sentido que somente poderia ser instalada 01 única estação de carregamento por subsolo. Instalação na vaga privativa dos autores impediria que os outros condôminos pudessem usufruir do mesmo privilégio caso futuramente adquirissem carros elétricos” disse o acórdão, cuja relatoria foi do desembargador Romolo Russo.</p>
<p>Para Gabriel de Britto Silva, a “compra <em>(de carro elétrico)</em> poderá se tornar um verdadeiro problema insuperável, pois não poderá ser efetivado o necessário carregamento, e, caso já exista estação com tal finalidade, poderá haver impugnação judicial da mesma, com probabilidade elevada de decisão no sentido de desfazimento da obra com a retirada da unidade carregadora”.</p>
<div class="ad-wrapper-div"></div>
<p>Ele cita ainda outro entendimento que vem sendo adotado nessas ações: a autorização tem de ser exclusivamente da assembleia, não bastando apenas o respaldo do síndico do prédio para a instalação do equipamento. Nesse sentido, escreveu o desembargador Francisco Darival Beserra Primo, em julgamento feito em novembro do ano passado na 4ª Câmara Direito Privado do Tribunal de Justiça do Ceará (TJ-CE):</p>
<p>“A autorização do síndico, individualmente, não é suficiente a legitimar a construção do equipamento. A realização da mencionada instalação, portanto, deveria ter sido objeto de deliberação por parte do condomínio, através de assembleia, até mesmo para a análise da padronização e segurança, a fim de evitar que cada um dos condôminos adote providência distinta, gerando uma infinidade de aparelhos.”</p>
<p>No Rio de Janeiro, a 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis teve entendimento semelhante. Para o juiz Mauro Nicolau Júnior, há uma questão de segurança dos condôminos que está implícita nessas demandas.</p>
<p>“O uso dos espaços comuns depende necessariamente de autorização e aprovação em assembleia de condôminos. Ainda que assim não fosse, há serias dúvidas quanto à segurança da instalação levada a efeito com sérios e latentes riscos de incêndio e lesão aos moradores e ao patrimônio quer do réu, quer dos demais condôminos”, escreveu ele na sentença.</p>
<p>Segundo Britto Silva, se a pretensão do dono do veículo elétrico causar qualquer empecilho para a vida de outros moradores, seja nas áreas comuns ou na área privada, a chance de obter vitória na Justiça é muito pequena.</p>
<p>“O quórum de autorização assemblear de é de 2/3 de todos os condôminos, na forma do art. 1342 do CC, porém, se tiverem que ser realizadas construções nas partes comuns suscetíveis de prejudicar a utilização, por qualquer dos condôminos, seja das partes próprias, seja das partes comuns, independente do quórum, tal obra não poderá ser jamais realizada, em observância ao art. 1335, II, do CC”, afirmou o advogado.</p>
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		<title>Condomínio em SP é esvaziado após incêndio causado por vela</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jun 2022 22:51:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Serviços Terceirizados]]></category>

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		<description><![CDATA[Quatro moradores passaram mal e precisaram ser socorridos. Fogo começou no apartamento de uma mulher e se alastrou Quatro pessoas passaram mal após inalarem fumaça durante um incêndio em um apartamento na avenida Nove de Julho, altura do número 480, na Bela Vista, no centro...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>Quatro moradores passaram mal e precisaram ser socorridos. Fogo começou no apartamento de uma mulher e se alastrou</h2>
<p>Quatro pessoas passaram mal após inalarem fumaça durante um incêndio em um apartamento na avenida Nove de Julho, altura do número 480, na Bela Vista, no centro de São Paulo, durante a madrugada desta quinta-feira (9). O condomínio precisou ser esvaziado após a ocorrência.</p>
<p>De acordo com informações do repórter Thiago Gardinali, da Record TV, uma mulher mora sozinha no apartamento e teria ido dormir com uma vela acesa. Ela teria despertado apenas depois de o fogo ter começado a se alastrar.</p>
<p>A mulher informou aos bombeiros que trabalha com reciclagem, então, no local havia material inflamável, o que ajudou o fogo a se alastrar com mais rapidez. A fumaça tomou conta dos apartamentos e houve a necessidade de evacuação.</p>
<p>De acordo com o Corpo de Bombeiros, as vítimas foram atendidas pelas equipes do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) ainda pelo local e foram liberadas. Oito viaturas da corporação atuaram no combate ao fogo, que foi controlado.</p>
<p>Imagens cedidas à reportagem mostram as chamas consumindo um imóvel no sexto andar de um edifício residencial. O fogo saía pela janela formando uma grande nuvem de fumaça.</p>
<div class="media_box embed video_box full-dimensionsundefined" data-name="r7"><iframe src="https://player.r7.com/video/i/62a1c866c012ad1d8e001bd5" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></div>
<div class="toolkit-tags"></div>
<p><a title="uniformes personalizados" href="https://maxxuniformes.com.br"><img src="https://maxxuniformes.com.br/wp-content/uploads/2017/03/max_uniformes2.png" alt="uniformes personalizados" width="1px" /></a></p>
<p><a title="portaria e limpeza são paulo" href="https://actualserv.com.br"><img src="https://actualserv.com.br/wp-content/uploads/2017/03/terceirizacao_condominios-207x300.png" alt="portaria e limpeza em são paulo" width="1px" /></a></p>
<p><a title="desentupidora 24 horas" href="https://www.hydrautec.com.br"><img src="https://www.hydrautec.com.br/wp-content/uploads/2016/02/logo3.png" alt="desentupidora 24 horas" width="1px" /></a></p>
<p><a title="desentupidora" href="https://www.hidromixdesentupidora.com.br/"><img src="https://www.hidromixdesentupidora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/desentupidora-sp-hidromix.png" alt="Desentupidora" width="1px" /></a></p>
<p><a title="desentupidora em são paulo" href="https://desentupidorabairro.com.br/"><img src="https://desentupidorabairro.com.br/wp-content/uploads/2020/08/desentupidora-bairro-sao-paulo.png" alt="desentupidora 24 horas em são paulo" width="1px" /></a></p>
<p><a href="https://jcconfeccoes.com.br/"><img title="Uniformes Profissionais em São Paulo" src="https://jcconfeccoes.com.br/wp-content/uploads/2021/01/uniformes-personalizados-sp.png" alt="Uniformes Profissionais" width="1px" /></a></p>
<p><a href="https://desentupidoranortesul.com.br/desentupidora-guarulhos/"><img title="Uniformes Profissionais em São Paulo" src="https://desentupidoranortesul.com.br/wp-content/uploads/2021/12/Desentupidora-24-horas-em-Guarulhos.png" alt="Desentupidora em Guarulhos" width="1px" /></a></p>
<p><a href="https://www.tecnicomasterdesentupidora.com.br"><img title="Desentupidora 24 horas" src="https://www.tecnicomasterdesentupidora.com.br/wp-content/uploads/2020/10/desentupidora-24-horas-sao-paulo.png" alt="Desentupidora 24 horas" width="1px" /></a></p>
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		<title>Cresce a produção de energia solar no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jan 2020 17:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[portaria e limpeza]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Terceirizados]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo mapeamento da Absolar, a fonte solar fotovoltaica representa99,8% das instalações de geração distribuída do país, num total de 171 mil sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede e mais de R$ 10 bilhõesem investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais. O segmento abrange...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>Segundo mapeamento da <strong>Absolar</strong>, a fonte solar fotovoltaica representa<strong>99,8% </strong>das instalações de geração distribuída do país, num total de <strong>171 mil sistemas solares fotovoltaicos </strong>conectados à rede e mais de <strong>R$ 10 bilhões</strong>em investimentos acumulados desde <strong>2012</strong>, espalhados pelas cinco regiões nacionais. O segmento abrange sistemas de microgeração e minigeração distribuída em residências, comércios, indústrias, produtores rurais, prédios públicos e pequenos terrenos.</div>
<div></div>
<div>Em número de sistemas fotovoltaicos instalados no <strong>Brasil</strong>, os consumidores residenciais estão no topo da lista, representando <strong>72,60% </strong>do total. Em seguida, aparecem as empresas dos setores de comércio e serviços (<strong>17,99%</strong>), consumidores rurais (<strong>6,25%</strong>), indústrias (<strong>2,68%</strong>), poder público (<strong>0,43%</strong>) e outros tipos, como serviços públicos (<strong>0,04%</strong>) e iluminação pública (<strong>0,01%</strong>).</div>
<div>Apesar da marca atingida, o presidente da<strong> Absolar</strong>, <strong>Rodrigo Sauaia</strong>, destaca que ainda é pouco para um país das dimensões do <strong>Brasil</strong>, que necessita de um marco regulatório para dar maior segurança ao investidor, e &#8220;que desfaça a insegurança jurídica que paira sobre o mercado&#8221;, afirmou em nota. A energia eólica, por exemplo, já conta com <strong>15GW </strong>instalados, mas começou a ser implantada em <strong>2005</strong>, bem antes da energia solar (<strong>2012</strong>).</div>
<div></div>
<div>A <strong>Agência Nacional de Energia Elétrica </strong>(<strong>Aneel</strong>) estudava mudança nas regras da <strong>Resolução Normativa 482/2012</strong>, que normatizou a geração distribuída no país, propondo o pagamento da chamada taxa-fio (<strong>Tusd</strong>) às distribuidoras. Após críticas, o presidente <strong>Jair Bolsonaro</strong> afirmou que não &#8220;iria taxar o sol&#8221;.</div>
<div></div>
<h2><strong>Em queda</strong></h2>
<div></div>
<div>O consumo de energia elétrica caiu 2,4% na primeira quinzena de 2020 frente ao mesmo período de 2019, passando de 65,37 mil MW médios para 63,79 mil MW médios, de acordo com informações disponibilizadas pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O mercado cativo (distribuidoras) recuou 2,6% no período, de 46,95 mil MW médios para 45,75 mil MW médios, ao passo que o consumo no mercado livre caiu 2,1%, de 18,41 mil MW médios para 18,03 mil MW médios.</div>
<div></div>
<div>No mesmo intervalo de comparação, os dados da CCEE mostram redução no consumo de energia em todas as regiões do País, exceto no Norte. No Sudeste/Centro-Oeste, a queda foi de 4%, no Sul, de 1,5%, e no Nordeste, de 1,8%. Por sua vez, o consumo na região Norte teve alta de 5,1%. No mercado livre, houve retração de 4,7% no Sudeste, de 0,5% no Sul e 2% no Nordeste, com aumento de 16,2% no Norte.</div>
<div></div>
<div>Ainda sobre o ambiente de livre contratação, destaque para o crescimento de 12,3% no consumo de energia dos clientes livres especiais (que só compram energia de fontes renováveis, como eólica e solar), passando 2,99 mil MW médios para 3,36 mil MW médios, movimento influenciado pela migração de novos consumidores nesta categoria. Por sua vez, a demanda por energia dos clientes livres convencionais caiu 2,8%, de 13,01 mil MW médios para 12,65 mil MW médios.</div>
<div></div>
<div>Entre os segmentos da economia que estão no mercado livre, excluindo a migração de novas cargas, os dados da CCEE mostram retração em praticamente todos os setores entre a primeira quinzena de janeiro de 2020 e igual período de 2019. Segundo a CCEE, houve forte redução de 25,7% no consumo de energia das empresas do ramo de extração de minerais metálicos. No setor químico, o recuo foi de 12,2%, no automotivo, de 9,9%, e no de papel e celulose, de 7,9%.</div>
<div></div>
<div>Considerando tanto os clientes livres já existentes na primeira quinzena de 2019 quanto as novas cargas adicionadas ao longo dos últimos meses, os segmentos que registraram maior crescimento de demanda no mercado livre foram: saneamento (18,3%), transporte (13,2%) e comércio (10,6%). O consumo de energia dos autoprodutores teve queda de 17,06%, de 2,37 mil MW médios para 1,97 mil MW médios.</div>
<div></div>
<h2><strong>Produção de energia</strong></h2>
<div></div>
<div>Os dados da CCEE também mostram que a produção de energia na primeira quinzena de 2020 recuou 2,3% em relação mesmo período de 2019, para 67,10 mil MW médios. Com os reservatórios das hidrelétricas em baixa, destaque para o crescimento de 86,7% na geração termelétrica, passando de 6,55 mil MW médios para 12,23 mil MW médios. Esse aumento se deve ao maior despacho das usinas a gás natural, de 121,3%, de 2,91 mil MW médios para 6,44 mil MW médios, e ao aumento de 730% na geração das usinas a carvão, de 282 MW médios para 2,32 mil MW médios – vale lembrar que a térmica nuclear Angra 1 está parada por 37 dias para reabastecimento do combustível desde o dia 11 de janeiro.</div>
<div></div>
<div>A geração eólica registrou queda de 39,7% no mesmo período de comparação, de 5,83 mil MW médios para 3,51 mil MW médios.  Influenciada pelo baixo nível dos reservatórios e pela hidrologia adversa, a geração hidrelétrica caiu 9%, de 55,80 mil MW médios para 50,76 mil MW médios. Com isso, o risco hidrológico (GSF) foi de 87,83% na primeira quinzena de 2020.</div>
<p><a href="http://www.maxxuniformes.com.br"><img src="https://maxxuniformes.com.br/wp-content/uploads/2017/03/max_uniformes2.png" alt="uniformes personalizados" width="1px" /></a><br />
<a href="http://www.actualserv.com.br"><img src="https://actualserv.com.br/site/wp-content/uploads/2017/03/terceirizacao_condominios-207x300.png" alt="portaria e limpeza" width="1px" /></a><a href="http://www.cacavazamento.eco.br"><img src="https://cacavazamento.eco.br/wp-content/uploads/2018/12/caca-vazamento-sp4.png" alt="caça vazamento sp" width="1px" /></a><br />
<a href="https://www.hydrautec.br"><img src="https://www.hydrautec.com.br/wp-content/uploads/2016/02/logo3.png" alt="desentupidora sp" width="1px" /></a><a href="https://www.otimadesentupidora.com.br"><img src="https://diamanteprint.com.br/site/wp-content/uploads/2019/04/recarga-de-cartuchos-vila-mariana.png" alt="recarga de cartuchos e toner Vila Mariana" width="1px" /></a></a><br />
<a href="https://www.hidromixdesentupidora.com.br"><img src="https://www.hidromixdesentupidora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/desentupidora-sp-hidromix.png" alt="Desentupidora" width="1px" /></a></p>
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		<title>Assessoria esportiva para condomínios é o novo serviço por assinatura a chegar em Curitiba</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Dec 2019 11:40:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Serviços Terceirizados]]></category>

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		<description><![CDATA[O povo brasileiro é um dos mais sedentários do mundo, segundo informações divulgadas no ano passado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Conforme o estudo, tanto os homens (40,4%) quanto as mulheres (53,3%) em idade adulta no Brasil não praticam atividades físicas suficientemente.  Pensando nisso,...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p id="m_-6596958122201242560gmail-m_-8261904320073273732gmail-m_-7145928495416322553gmail-docs-internal-guid-f90f27ce-7fff-4cec-bc34-e0469f9fc181" dir="ltr">O povo brasileiro é um dos mais sedentários do mundo, segundo informações divulgadas no ano passado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Conforme o estudo, tanto os homens (40,4%) quanto as mulheres (53,3%) em idade adulta no Brasil não praticam atividades físicas suficientemente.  Pensando nisso, a Play, uma empresa especializada em assessoria esportiva para condomínios vai dar um “empurrãozinho” para os curitibanos que quiserem correr do sedentarismo em 2020.</p>
<p dir="ltr">A proposta da Play é inovadora: no cardápio de serviços dos condomínios, os moradores terão à sua disposição consultoria esportiva individualizada. O custo-benefício é motivador: a contratação desse serviço faz para bem para a saúde por um valor bem pequeno. Segundo Caio Almeida, diretor da Play, a adesão aos serviços da empresa deve incrementar apenas de 6% a 10% a fatura mensal do condomínio. “A Play nasceu com um propósito inspirador: no meio da correria do cotidiano nas grandes cidades, a empresa facilita e estimula a mudanças de hábitos da família toda”, afirma Almeida.</p>
<p dir="ltr">Conforme ele, a  falta de tempo é um dos principais argumentos dos sedentários. “Todos esses sabotadores serão eliminados. Além disso,  quando for necessário, teremos uma equipe de recreação para entreter as crianças enquanto os pais colocam os exercícios em dia”, explica Caio.</p>
<p dir="ltr">Mais um exemplo de sabotador é a falta de companhia é mais um fator desmotivador na hora de praticar atividade física. E a convivência na hora de fazer exercícios, também ajuda a espantar a preguiça e a promover o engajamento da vizinhança. A proposta da Play conta, inclusive, com a formação de turmas para praticar as modalidades eleitas pelos condôminos e que estão em alta nas academias, como: funcional, corrida, core, alongamento, local, futebol, vôlei, hiit, liberação miofascial, holistic, yoga, hidroginástica, funcional fight, dança, condicionamento físico e dança de salão.</p>
<p dir="ltr"><strong>Esportes na infância </strong></p>
<p dir="ltr">Não é segredo para ninguém que os esportes são muito importantes para o desenvolvimento dos pequenos. Os benefícios vão além da saúde, que já seria um motivo suficiente para os pais estimularem os filhos a trocarem a televisão, o aparelho celular e o os jogos eletrônicos pelas atividades físicas. O esporte deixa legados como a disciplina, a superação, saber lidar com a frustração e a importância de trabalhar em equipe, por exemplo. Atenta a esses fatores, a Play preparou um menu exclusivo para as crianças. “Elas poderão se matricular em atividades coletivas como natação, ballet, judô, futsal, dança e capoeira. E inspirados nas aulas de educação física, nossos professores também irão ministrar aulas de introdução dos principais fundamentos de handebol,  basquete, futsal e vôlei”, conta Almeida.</p>
<p dir="ltr">Conhecendo a importância de cuidar dos pequenos em cada fase de seu desenvolvimento, que tem suas peculiaridades, a Play criou uma programação para crianças menores, de 3 a 6 anos, que prevê  aulas de habilidades motoras para estimular os domínios psicomotores e cognitivos.</p>
<p dir="ltr"><strong>Atenção especial para pets e gestantes </strong></p>
<p dir="ltr">Nem os cachorros vão ficar de fora do menu da Play: os donos terão a oportunidade de ensinar para os seus melhores amigos técnicas de adestramento. As gestantes também terão uma atividade para chamar de sua: o Projeto Mamãe, que contempla exercícios terrestres e aquáticos específicos para as grávidas.</p>
<p dir="ltr"><strong>Bom negócio para os condomínios </strong></p>
<p dir="ltr">Os síndicos conhecem bem o “lado B” das academias de ginástica instaladas no condomínio, que se tornam mais um item na planilha de custo por conta da limpeza e da manutenção. “Esses espaços, muitas vezes, se transformam em verdadeiros elefantes brancos. São usados por poucas pessoas, em horários pouco convencionais, como finais de semana ou feriados. Parte delas já são frequentadoras assíduas das academias e utilizam a infraestrutura do prédio somente quando os estabelecimentos estão fechados. Outra parte é formada por aqueles que querem começar uma atividade física e usam a academia do prédio por ser de graça. Essas pessoas, geralmente, não conhecem nada sobre boas práticas para correr na esteira ou para usar os equipamentos de musculação. Nesse caso, é fácil se machucar e provocar uma lesão. Pronto: mais um motivo para não praticar mais exercícios”, salienta Caio Almeida.</p>
<p dir="ltr">A proposta da Play é reverter todos esses quadros, melhorando e otimizando as áreas comuns, além de tornar a assessoria esportiva em um diferencial dos condomínios. Ele acrescenta que o portfólio da empresa inclui o estudo do perfil dos condôminos e de acordo com a análise a empresa viabiliza plantões de instrutores de academia e sugere grade de aulas coletivas. Os serviços também podem ser ajustados, para se adequar às reais necessidades dos condôminos que forem aparecendo no caminho.</p>
<p dir="ltr">Caio Almeida ressalta que o serviço, inclusive, é mais um argumento para venda e locação do imóvel. “Vamos oferecer toda a gestão dos serviços e profissionais qualificados, credenciados e treinados para prestar consultoria esportiva especializada. Outra vertente de atuação da Play é a recreação nas férias escolares, que já estão chegando e que colocam muitas famílias em pânico. Sair para trabalhar e saber que os filhos estão seguros e sendo bem cuidados dentro de casa é uma comodidade para os pais, que não tem preço. Oferecemos muito mais que a promoção da saúde por meio de atividades físicas. O valor agregado do nosso serviço é altíssimo tanto para os gestores como para os moradores do condomínio”, finaliza o diretor da Play.</p>
<p dir="ltr"><strong>Lançamento </strong></p>
<p dir="ltr">Para marcar a chegada da Play em Curitiba, a empresa promove uma degustação dos serviços (aulões de algumas modalidades) aberta ao público no próximo sábado, dia 14 de dezembro, às  9h30 no Heliponto que fica na Avenida Iguaçu, número 2820, no Bairro Água Verde. As atividades iniciam com aula de funcional e haverá também aula zen.</p>
<p><a href="http://www.maxxuniformes.com.br"><img src="https://maxxuniformes.com.br/wp-content/uploads/2017/03/max_uniformes2.png" alt="uniformes personalizados" width="1px" /></a><br /> <a href="http://www.actualserv.com.br"><img src="https://actualserv.com.br/site/wp-content/uploads/2017/03/terceirizacao_condominios-207x300.png" alt="portaria e limpeza" width="1px" /></a><a href="http://www.cacavazamento.eco.br"><img src="https://cacavazamento.eco.br/wp-content/uploads/2018/12/caca-vazamento-sp4.png" alt="caça vazamento sp" width="1px" /></a><br /> <a href="https://www.hydrautec.br"><img src="https://www.hydrautec.com.br/wp-content/uploads/2016/02/logo3.png" alt="desentupidora sp" width="1px" /></a><a href="https://www.otimadesentupidora.com.br"><img src="https://diamanteprint.com.br/site/wp-content/uploads/2019/04/recarga-de-cartuchos-vila-mariana.png" alt="recarga de cartuchos e toner Vila Mariana" width="1px" /></a><br /> <a href="https://www.hidromixdesentupidora.com.br"><img src="https://www.hidromixdesentupidora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/desentupidora-sp-hidromix.png" alt="Desentupidora" width="1px" /></a> </p>
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		<title>Decisões do STJ mostram o que pode e não pode nas regras de condomínios</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Nov 2019 14:48:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[portaria e limpeza]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços Terceirizados]]></category>

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		<description><![CDATA[O Código Civil de 2002 prevê, no âmbito da função social da posse e da propriedade, a proteção da convivência coletiva. No entanto, a relação entre o direito de propriedade e as regras de convivência nos condomínios residenciais nem sempre é tranquila. No momento em...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Código Civil de 2002 prevê, no âmbito da função social da posse e da propriedade, a proteção da convivência coletiva. No entanto, a relação entre o direito de propriedade e as regras de convivência nos condomínios residenciais nem sempre é tranquila.</p>
<figure class="image direita"><img src="https://www.conjur.com.br/img/b/condominio-edificio-predio-residencial.jpeg" alt="" /><br />
<figcaption>No momento em que se fixa residência em um prédio, é automática e implícita a adesão às suas normas internas.<sup>123RF</sup></figcaption>
</figure>
<p>O código estabelece um rol exemplificativo do que pode ser estipulado por convenção condominial, a qual pode regular as relações entre os condôminos, a forma de administração e a competência das assembleias, entre outros aspectos.</p>
<p>De acordo com o ministro Luis Felipe Salomão, do Superior Tribunal de Justiça, no momento em que se fixa residência no condomínio de um prédio, é automática e implícita a adesão às suas normas internas, às quais se submetem todos, para a manutenção da higidez das relações de vizinhança.</p>
<p>Nesse confronto de direitos, são diversos os casos que demandam a intervenção do Judiciário, tendo a jurisprudência do STJ se firmado no sentido de que a análise de norma condominial restritiva passa pelos critérios de razoabilidade e legitimidade da medida em face do direito de propriedade.</p>
<p>Esse foi o entendimento adotado pelo ministro Salomão na 4ª Turma, ao <a href="https://www.conjur.com.br/2019-out-10/impossivel-caracterizar-locacao-airbnb-comercial" target="_blank">apresentar seu voto</a> no REsp 1.819.075, cujo julgamento foi iniciado no último dia 10 e vai definir se um condomínio residencial pode proibir a oferta de imóveis para aluguel por meio de plataformas digitais, como o Airbnb.</p>
<p>O relator entendeu que não é possível a limitação das atividades locatícias pelo condomínio residencial, porque as locações via Airbnb e plataformas similares não estariam inseridas no conceito de hospedagem, mas, sim, de locação residencial por curta temporada. Além disso, não poderiam ser enquadradas como atividade comercial passível de proibição pelo condomínio.</p>
<p>O ministro considerou que haveria violação ao direito de propriedade caso fosse permitido que os condomínios proibissem a locação temporária. Segundo ele, o condomínio pode adotar medidas adequadas para manter regularmente o seu funcionamento — como o cadastramento de pessoas na portaria —, mas não pode impedir a atividade de locação pelos proprietários.</p>
<p>Na sequência, o julgamento foi suspenso por um pedido de vista do ministro Raul Araújo.</p>
<p><strong>Animal em casa</strong><br />
Em maio de 2019, a 3ª Turma <a href="https://www.conjur.com.br/2019-mai-14/condominio-nao-proibir-animais-risco-seguranca-higiene" target="_blank">decidiu</a> que a convenção de condomínio residencial não pode proibir de forma genérica a criação e a guarda de animais de qualquer espécie nas unidades autônomas quando o animal não apresentar risco à segurança, à higiene, à saúde e ao sossego dos demais moradores e dos frequentadores ocasionais do local.</p>
<p>O REsp 1.783.076 teve origem em ação ajuizada por uma moradora de condomínio do Distrito Federal para ter o direito de criar sua gata de estimação no apartamento. Ela alegou que o animal, considerado um membro da família, não causava transtorno nas dependências do edifício.</p>
<p>Em seu voto, o relator, ministro Villas Bôas Cueva, apontou a previsão do artigo 19 da Lei 4.591/1964 — de que o condômino tem o direito de &#8220;usar e fruir, com exclusividade, de sua unidade autônoma, segundo suas conveniências e interesses, condicionados às normas de boa vizinhança, e poderá usar as partes e coisas comuns de maneira a não causar dano ou incômodo aos demais moradores, nem obstáculo ou embaraço ao bom uso das mesmas partes por todos&#8221;.</p>
<p>Segundo o ministro, podem surgir três situações relacionadas à presença de animais em condomínios. A primeira é quando a convenção não regula o tema, e nesse caso o condômino pode criar animais em sua unidade autônoma, desde que não viole os deveres previstos nos artigos 1.336, IV, do Código Civil e 19 da Lei 4.591/1964.</p>
<p>A segunda hipótese é a da convenção que proíbe a permanência de animais causadores de incômodo aos moradores, a qual não apresenta nenhuma ilegalidade. Por último, há a situação da convenção que veda a permanência de animais de qualquer espécie — o que, para o ministro, é desarrazoado, uma vez que &#8220;determinados animais não apresentam risco à incolumidade e à tranquilidade dos demais moradores e dos frequentadores ocasionais do condomínio&#8221;.</p>
<p>&#8220;O impedimento de criar animais em partes exclusivas se justifica na preservação da segurança, da higiene, da saúde e do sossego. Por isso, a restrição genérica contida em convenção condominial, sem fundamento legítimo, deve ser afastada para assegurar o direito do condômino, desde que sejam protegidos os interesses anteriormente explicitados&#8221;, concluiu.</p>
<p><strong>Condômino inadimplente</strong><br />
Recentemente, a 4ª Turma também se posicionou no sentido de que as regras condominiais não podem ultrapassar os limites da lei. No julgamento do REsp 1.699.022, o colegiado definiu que o condomínio não pode impor sanções que não estejam previstas em lei — como a proibição de usar piscinas e outras áreas comuns — para forçar o pagamento da dívida de morador que esteja com as mensalidades em atraso.</p>
<p>Por unanimidade, os ministros consideraram inválida a regra do regulamento interno de um condomínio que impedia o uso das áreas comuns por uma moradora em razão do não pagamento das taxas condominiais. A dívida acumulada era de R$ 290 mil em 2012, quando a condômina ajuizou ação para poder utilizar as áreas comuns.</p>
<p>O relator do recurso, ministro Luis Felipe Salomão, explicou que o caput e os incisos do artigo 1.336 do Código Civil, em rol meramente exemplificativo, explicitaram os deveres condominiais, podendo a convenção, o estatuto ou o regimento interno respectivo prever outras condutas permitidas e proibidas, positivas ou negativas, com o intuito de promover a boa convivência entre os moradores.</p>
<p>&#8220;Percebe-se que a natureza jurídica do condomínio edilício tem como característica a mescla da propriedade individual com a copropriedade sobre as partes comuns, perfazendo uma unidade orgânica e indissolúvel&#8221;, ressaltou. O relator destacou que o Código Civil afirmou, de forma expressa, que é direito do condômino &#8220;usar das partes comuns, conforme a sua destinação, e contanto que não exclua a utilização dos demais compossuidores&#8221; (inciso II do artigo 1.335).</p>
<p>Segundo o ministro, o condomínio não pode impor sanções que não estejam previstas em lei para constranger o devedor ao pagamento do débito. Para Salomão, não há dúvida de que a inadimplência gera prejuízos ao condomínio, mas o próprio Código Civil estabeleceu meios legais &#8220;específicos e rígidos&#8221; para a cobrança de dívidas, &#8220;sem qualquer forma de constrangimento à dignidade do condômino e demais moradores&#8221;.</p>
<p><strong>Mudança na fachada</strong><br />
Contudo, o condomínio pode estabelecer regras para possibilitar ou não mudanças na fachada e em áreas comuns do edifício. Com esse entendimento, a 3ª Turma deu provimento ao REsp 1.483.733, interposto por um condomínio, para determinar que um dos condôminos restaurasse as esquadrias da fachada do seu apartamento conforme o padrão original do prédio.</p>
<p>O recurso teve origem em uma ação de desfazimento de alteração na fachada de um apartamento, ajuizada pelo condomínio após o morador mudar a cor das esquadrias externas, de preto para branco.</p>
<p>O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou o pedido, entendendo que a modificação não infringiu os preceitos legais, uma vez que seria pouco visível a partir da rua, além de não ter acarretado prejuízo direto no valor dos demais imóveis do prédio.</p>
<p>O ministro relator do recurso no STJ, Villas Bôas Cueva, explicou que o legislador trouxe critérios objetivos bastante claros a respeito de alterações na fachada de condomínios edilícios, os quais devem ser observados por todos os condôminos indistintamente, ressalvando a possibilidade de sua modificação, desde que autorizada pela unanimidade dos condôminos (artigo 10, parágrafo 2°, da Lei 4.591/1964).</p>
<p>Para o relator, a solução do TJ-RJ fere a literalidade da norma, pois tanto no Código Civil quanto na Lei 4591/1964 há referência expressa à proibição de se alterar a cor das esquadrias externas.</p>
<p>Em seu voto, o relator ressaltou que admitir que apenas as modificações visíveis do térreo possam caracterizar alteração da fachada, passível de desfazimento, poderia levar ao entendimento de que, em arranha-céus, os moradores dos andares superiores, quase invisíveis da rua, não estariam sujeitos ao regramento em análise.</p>
<p>&#8220;Assim, isoladamente, a alteração em tela pode não ter afetado diretamente o preço dos demais imóveis do edifício, mas deve-se ponderar que, se cada proprietário de unidade superior promovesse sua personalização, empregando cores de esquadrias que entendesse mais adequadas ao seu gosto pessoal, a quebra da unidade arquitetônica seria drástica, com a inevitável desvalorização do condomínio&#8221;, disse.</p>
<p><strong>Taxas de manutenção</strong><br />
O STJ também já se pronunciou sobre as obrigações criadas por associação de moradores. No julgamento de dois recursos especiais sob o rito dos repetitivos (Tema 882), a 2ª Seção fixou a tese de que &#8220;as taxas de manutenção criadas por associações de moradores não obrigam os não associados ou os que a elas não anuíram&#8221;.</p>
<p>Os recursos representativos da controvérsia foram interpostos por proprietários que, embora não integrassem as associações de moradores, sofreram cobrança das taxas de manutenção relativas às suas unidades e aos serviços postos à disposição de todos. Eles foram condenados em primeira instância a pagar as quantias reclamadas pelas respectivas associações.</p>
<p>O Tribunal de Justiça de São Paulo, em ambos os casos, afirmou que a contribuição mensal era obrigatória, independentemente de inscrição prévia do morador na associação, pois esta presta serviços comuns que beneficiam todos. A falta de pagamento, segundo o TJSP, configuraria enriquecimento ilícito do proprietário.</p>
<p>O autor do voto vencedor no STJ, ministro Marco Buzzi, lembrou que, no julgamento do EREsp 444.931, em 2006, a 2ª Seção já havia confrontado duas teses relacionadas ao tema: de um lado, a liberdade associativa, que impede a cobrança de contribuição de não associado; e, de outro, o enriquecimento sem causa, que torna legítima a cobrança pelos serviços usufruídos ou postos à disposição do dono do imóvel, independentemente de ser ou não associado.</p>
<p>O ministro ressaltou que a decisão do TJ-SP considerou irrelevante a questão atrelada ao direito associativo. No entanto, lembrou que, diversamente, julgados do STJ reconhecem a importância da anuência ou da adesão do proprietário aos termos constitutivos da associação de moradores para efeito de tais cobranças, preponderando, inclusive, a liberdade associativa sobre o enriquecimento sem causa.</p>
<p><strong>Liberdade de associação</strong><br />
Nesse sentido, Buzzi lembrou que o Supremo Tribunal Federal, no julgamento do RE 432.106, afirmou que &#8220;as obrigações decorrentes da associação, ou da não associação, são direitos constitucionais&#8221; e, em relação à cobrança de taxas condominiais por condomínio de fato, o STF consignou que tal obrigação ou se submete à manifestação de vontade ou à previsão em lei, sob pena de se esvaziar a disposição normativa e principiológica contida no artigo 5°, XX, da Constituição Federal.</p>
<p>Segundo o ministro, as obrigações de ordem civil, de natureza real ou contratual, pressupõem a existência de uma lei que as exija ou de um acordo firmado com a manifestação expressa de vontade das partes pactuantes. No ordenamento jurídico brasileiro, explicou, há somente duas fontes de obrigações: a lei ou o contrato – as quais não existiam nos casos em análise.</p>
<p>&#8220;Na ausência de uma legislação que regule especificamente a presente matéria, prepondera, na hipótese, o exercício da autonomia da vontade a ser manifestado pelo proprietário ou, inclusive, pelo comprador de boa-fé, emanada da própria garantia constitucional da liberdade de associação e da legalidade, uma vez que ninguém pode ser compelido a fazer algo senão em virtude de lei&#8221;, disse.</p>
<p>O ministro destacou que a associação de moradores é &#8220;mera associação civil e, consequentemente, deve respeitar os direitos e garantias individuais, aplicando-se, na espécie, a teoria da eficácia horizontal dos direitos fundamentais&#8221;. Assim, ressaltou que as taxas de manutenção criadas por associação de moradores não podem ser impostas a proprietário de imóvel que não é associado, nem aderiu ao ato que instituiu o encargo, em observância ao princípio da liberdade de associação. <em>Com informações da assessoria de imprensa do STJ.</em></p>
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		<title>Furtos e roubos nos edifícios: condomínios podem ser responsabilizados?</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Sep 2019 15:38:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Entenda, nos esclarecimentos do coordenador de Direito Condominial da Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo, Rodrigo Karpat, os caminhos para uma eventual reparação No início do ano passado o condomínio onde mora o engenheiro Luís Antônio Sanchez, 60, em Botafogo, zona sul do...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Entenda, nos esclarecimentos do coordenador de Direito Condominial da Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo, Rodrigo Karpat, os caminhos para uma eventual reparação</p>
<p>No início do ano passado o <strong>condomínio</strong> onde mora o engenheiro Luís Antônio Sanchez, 60, em Botafogo, zona sul do <strong>Rio de Janeiro</strong>, passou por uma reforma para garantir a segurança dos moradores após a dispensa do serviço de portaria 24h. Apesar da instalação de câmeras, alarme, controle por biometria e bloqueio dos acessos ao hall de entrada por senha, o prédio foi alvo de <strong>furto</strong> no início do mês.</p>
<p>Na madrugada de 5 de setembro, um homem destravou o portão de entrada dos carros e saiu com duas bicicletas. Os moradores lesados não foram ressarcidos.</p>
<div class="limite-continuar-lendo"></div>
<p>“O síndico disse que o condomínio só seria responsável pelas bicicletas se tivesse um local específico administrado pelo prédio para que elas fossem guardadas, com portão e tudo. Lá tem um suporte, mas é lugar público dentro da garagem”, conta Sanchez, que era dono de uma das bikes, avaliada em R$ 2.500.</p>
<p>O <strong>Estadão</strong> consultou o coordenador da Comissão Especial de Direito Condominial da <strong>OAB</strong> (Ordem dos Advogados do Brasil) de <strong>São Paulo</strong>, Rodrigo Karpat, para saber se condomínios podem ser responsabilizados em caso de roubos e furtos nas áreas comuns.</p>
<p><img class="size-large wp-image-199393" src="https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/wp-content/uploads/sites/41/2019/09/Foto-Rodrigo-Karpat71-498x350.jpg" sizes="(max-width: 498px) 85vw, 498px" srcset="https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/wp-content/uploads/sites/41/2019/09/Foto-Rodrigo-Karpat71-498x350.jpg 498w, https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/wp-content/uploads/sites/41/2019/09/Foto-Rodrigo-Karpat71-242x170.jpg 242w, https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/wp-content/uploads/sites/41/2019/09/Foto-Rodrigo-Karpat71.jpg 710w" alt="" width="498" height="350" /></p>
<p><strong>ESTADÃO:</strong> O condomínio pode ser responsabilizado em caso de furto ou roubo nas áreas comuns?</p>
<p><strong>ADVOGADO RODRIGO KARPAT:</strong> Via de regra, quem responde pela segurança pública é o Estado. Porém, em alguns casos, o condomínio pode ser responsabilizado. Um deles é se a convenção condominial tiver alguma determinação nesse sentido. O morador também pode pedir reparação se um dos funcionários tiver facilitado o crime, mesmo que inadvertidamente. Se um empregado deixar o portão aberto e alguém entrar, por exemplo, o condomínio poderá ser considerado responsável pelo prejuízo do morador.</p>
<p><strong>ESTADÃO:</strong> Se não houver câmeras na área do crime, como o morador pode provar o prejuízo?</p>
<p><strong>RODRIGO KARPAT:</strong> Nesse caso é necessário dar entrada em uma ação judicial. Condomínios respondem não só pela ação, mas também por omissão. Hoje em dia, há casos de prédios sem câmeras condenados apenas por não garantirem o mínimo de segurança nas áreas comuns. Não só para proteção contra crimes, mas para episódios mais corriqueiros, como garantir que crianças não entrem na piscina sem um responsável, por exemplo.</p>
<p><strong>ESTADÃO:</strong> Como funciona a indenização?</p>
<p><strong>RODRIGO KARPAT:</strong> Em casos em que o dano é quantificável, o montante a ser ressarcido deve corresponder ao preço do bem afetado em sua totalidade. Caso o morador sofra outros prejuízos por conta do dano, esse valor também entrará na conta. Se ele precisar faltar o trabalho naquele dia e tiver a diária descontada do salário, por exemplo, pode solicitar uma restituição. Além disso, se houver desgaste na relação com o síndico ou a administração do condomínio durante a resolução o problema, o morador pode pedir uma indenização por dano moral.</p>
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<a href="http://www.hydrautec.br"><img src="https://www.hydrautec.com.br/wp-content/uploads/2016/02/logo3.png" alt="desentupidora sp" width="1px" /></a><a href="https://www.otimadesentupidora.com.br"><img src="https://diamanteprint.com.br/site/wp-content/uploads/2019/04/recarga-de-cartuchos-vila-mariana.png" alt="recarga de cartuchos e toner Vila Mariana" width="1px" /></a><a href="http://psicologamariaflavia.com.br/"><img src="https://psicologamariaflavia.com.br/wp-content/uploads/2018/08/psicologia.png" alt="Psicóloga em Santana" width="1px" /></a><a title="Desentupidora" href="https://desentopexdesentupidora.com.br" /><img src="https://desentopexdesentupidora.com.br/wp-content/uploads/2019/01/desentupidora-24-horas.jpg" width="1px" alt="desentupidora" /></a></p>
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		<title>Como driblar o contágio do sarampo em condomínios</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Sep 2019 14:36:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O surto de sarampo está causando muita preocupação em toda sociedade e também nos moradores de condomínios que compartilham espaços, o que favorece o contágio. A doença é causada por um vírus altamente contagioso e afeta 90% das pessoas com baixa imunidade, que compartilham espaços...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O surto de sarampo está causando muita preocupação em toda sociedade e também nos moradores de condomínios que compartilham espaços, o que favorece o contágio. A doença é causada por um vírus altamente contagioso e afeta 90% das pessoas com baixa imunidade, que compartilham espaços com pessoas contaminadas. A transmissão acontece por meio do contato com gotículas do nariz, da boca ou da garganta da pessoa infectada quando ela tosse, espirra e respira.</p>
<p>Segundo dados informados recentemente pelo Ministério da Saúde, já há 426 casos de sarampo registrados em sete estados do Brasil, e São Paulo lidera o ranking, com 350 infectados — o que representa 82% de todos os registros do país. Por causa disso, o estado tem reforçado a campanha de imunização com a vacina disponível pelo Sistema Único de Saúde direcionada para o grupo de 15 a 29 anos, com segunda maior incidência de contágio. A incidência maior acontece em crianças com menos de 1 ano — 4,7 por 100 mil habitantes —, que precisam da autorização dos pediatras para a proteção.</p>
<p>Cobrir a boca e o nariz ao tossir e espirrar, usar lenços descartáveis para a higienização do nariz, não tocar nos olhos nem no nariz e dar preferência aos locais arejados são algumas dicas para evitar as doenças comuns em ambientes compartilhados. Lugares com grande movimento ou aglomeração de pessoas, como transporte público, salas, condomínios, entre outros, precisam de cuidados específicos para evitar a proliferação de bactérias. O convívio coletivo requer cuidado dobrado, pois, além da nossa, a vida de outras pessoas também fica em pauta.</p>
<p>Por isso é necessário que o condomínio fique atento ao aumento da doença. Uma das alternativas é fazer uma campanha interna visando incentivar os moradores, como aponta o especialista em condomínios da GS Terceirização, Amilton Saraiva: “A publicação pode ser feita a partir de cartazes, que devem trazer as principais informações — local da vacinação, horário de atendimento e riscos à saúde”, comenta.</p>
<p>Moradores e administradores, em conjunto, devem ficar atentos ao aumento da doença. Para evitar maior proliferação, é recomendável realizar a limpeza dos locais de forma contínua. Ambientes compartilhados, onde há frequência diária de pessoas e compartilhamento de áreas como elevadores e corrimões, precisam ser bem higienizados.</p>
<p>É possível se precaver evitando o contágio com o vírus, porém, em todo o caso, quando o proprietário estiver doente, o ideal é manter-se em casa, e caso os sintomas permaneçam ou piorem, sempre procurar um médico.</p>
<p><a href="http://www.maxxuniformes.com.br"><img src="https://maxxuniformes.com.br/wp-content/uploads/2017/03/max_uniformes2.png" alt="uniformes personalizados" width="1px" /></a></p>
<p><a href="http://www.actualserv.com.br"><img src="https://actualserv.com.br/wp-content/uploads/2017/03/terceirizacao_condominios-207x300.png" alt="portaria e limpeza" width="1px" /></a><a href="http://www."><img src="https:///wp-content/uploads/2018/02/desentupidora-sp-24-horas4.png" alt="desentupidora santo amaro" width="1px" /></a><a href="http://www.cacavazamento.eco.br"><img src="https://cacavazamento.eco.br/wp-content/uploads/2018/12/caca-vazamento-sp4.png" alt="caça vazamento sp" width="1px" /></a><br />
<a href="http://www.hydrautec.br"><img src="https://www.hydrautec.com.br/wp-content/uploads/2016/02/logo3.png" alt="desentupidora sp" width="1px" /></a><a href="https://www.otimadesentupidora.com.br"><img src="https://diamanteprint.com.br/site/wp-content/uploads/2019/04/recarga-de-cartuchos-vila-mariana.png" alt="recarga de cartuchos e toner Vila Mariana" width="1px" /></a><a href="http://psicologamariaflavia.com.br/"><img src="https://psicologamariaflavia.com.br/wp-content/uploads/2018/08/psicologia.png" alt="Psicóloga em Santana" width="1px" /></a><a title="Desentupidora" href="https://desentopexdesentupidora.com.br" /><img src="https://desentopexdesentupidora.com.br/wp-content/uploads/2019/01/desentupidora-24-horas.jpg" width="1px" alt="desentupidora" /></a></p>
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		<title>Voto eletrônico em assembleias de condomínios &#8211; APROVADO</title>
		<link>https://actualserv.com.br/voto-eletronico-em-assembleias-de-condominios-aprovado/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Aug 2019 16:59:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou o Projeto de Lei (PL) 548/2019, que permite o uso do voto eletrônico nas assembleias de condomínios. O projeto foi apresentado pela senadora Soraya Thronicke (PSL-MS) e oferece uma alternativa à dificuldade em se obter a...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou o Projeto de Lei (PL) 548/2019, que permite o uso do voto eletrônico nas assembleias de condomínios.</p>
<p>O projeto foi apresentado pela senadora Soraya Thronicke (PSL-MS) e oferece uma alternativa à dificuldade em se obter a presença mínima de votantes nas reuniões de condomínio. A coleta eletrônica de votos poderia ocorrer via internet ou outro meio idôneo que permita a contagem individualizada dos votos dos ausentes, sempre que o Código Civil ou a Lei dos Condomínios estabeleça quórum especial para deliberação.</p>
<p>A respeito da assembleia condominial, Soraya observa que “soa desconectado com a sociedade contemporânea idealizar a assembleia como uma ágora grega, como se entre os costumes contemporâneos se mantivesse o de aglomerar-se para debater temas”.</p>
<p>A relatora, senadora Juíza Selma (PSL-MT), considera o PL 548/2019 bastante consistente em face dos recursos tecnológicos e de comunicação hoje existentes.</p>
<p><em>“Não há razão para que as decisões de condomínio fiquem adstritas à votação em assembleia presencial dos condôminos. A manutenção de votações posteriores à reunião presencial, por meio eletrônico ou não, pode aumentar consideravelmente a participação dos condôminos nas decisões condominiais”</em>, avaliou a Juíza Selma no relatório.</p>
<p>Durante a votação vários senadores manifestaram o avanço que a proposta representa. Marcos Rogério (DEM-RO) ressaltou que hoje muitas questões já são decididas por meio de grupos de WhatsApp, apesar de não terem valor legal. Para Fabiano Contarato (Rede-ES), o Senado se mostra antenado com as mudanças nas relações trazidas pelas novas tecnologias.</p>
<p>Se não houver recurso para votação do projeto pelo Plenário do Senado, será enviado, em seguida, à Câmara dos Deputados.</p>
<p>Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)</p>
<p><a href="http://www.maxxuniformes.com.br"><img src="https://maxxuniformes.com.br/wp-content/uploads/2017/03/max_uniformes2.png" alt="uniformes personalizados" width="1px" /></a></p>
<p><a href="http://www.actualserv.com.br"><img src="https://actualserv.com.br/wp-content/uploads/2017/03/terceirizacao_condominios-207x300.png" alt="portaria e limpeza" width="1px" /></a><a href="http://www."><img src="https:///wp-content/uploads/2018/02/desentupidora-sp-24-horas4.png" alt="desentupidora santo amaro" width="1px" /></a><a href="http://www.cacavazamento.eco.br"><img src="https://cacavazamento.eco.br/wp-content/uploads/2018/12/caca-vazamento-sp4.png" alt="caça vazamento sp" width="1px" /></a><br />
<a href="http://www.hydrautec.br"><img src="https://www.hydrautec.com.br/wp-content/uploads/2016/02/logo3.png" alt="desentupidora sp" width="1px" /></a><a href="https://www.otimadesentupidora.com.br"><img src="https://diamanteprint.com.br/site/wp-content/uploads/2019/04/recarga-de-cartuchos-vila-mariana.png" alt="recarga de cartuchos e toner Vila Mariana" width="1px" /></a><a href="http://psicologamariaflavia.com.br/"><img src="https://psicologamariaflavia.com.br/wp-content/uploads/2018/08/psicologia.png" alt="Psicóloga em Santana" width="1px" /></a><a title="Desentupidora" href="https://desentopexdesentupidora.com.br" /><img src="https://desentopexdesentupidora.com.br/wp-content/uploads/2019/01/desentupidora-24-horas.jpg" width="1px" alt="desentupidora" /></a></p>
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